Após 3 anos de atuação como placenteiras, nós (Pâmella Souza e Raquel Carvalho) apresentamos essa tocante obra, livro pensado para todas as idades, que conta numa linguagem lúdica e poética a origem da vida sob a perspectiva da placenta. O livro conta também com a visão científica sobre esse órgão, responsável por nosso desenvolvimento intra útero e a transição para a vida fora dele.

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Da principal pergunta filosófica já feita, a dúvida histórica “da onde viemos?”, nasceram as mais importantes linhas de pensamento, as maiores descobertas, a movimentação e evolução do questionamento humano e, principalmente, a noção de humanidade que nos cerca e impulsiona até hoje. Poucas certezas e muitos estudos permeiam a questão.

Cada adulto que se considera pronto escolheu a melhor maneira de calar a pergunta dentro de si, seja por meio de ceticismo ou por crença abstrata, para que o desespero de precisar cumprir uma agenda adulta e fria não se tornasse insuportável. Esse adulto sufoca a si e à sua criança interior todos os dias.

Mas não existe no mundo todo uma ciência ou religião que consiga calar a maior filósofa de todas, a insaciável curiosidade de uma criança. E esse livro não tem a intenção de abafá-la. Pelo contrário: as ilustrações e palavras se entrelaçam, conduzindo crianças (e adultos que ainda pulsam com sua existência) a formularem suas próprias perguntas. Responda a cada “por quê?” de uma criança e perceberá que mais dez porquês virão. E não é assim que deve ser?

A placenta, narradora desta linda história de criação, apresenta às crianças uma origem comum a todas elas, que as coloca enquanto sementinha plantada em solo fértil e cheio de amor, independente do que aconteceu a cada uma delas depois do nascimento.

A vida por si só é amor e movimento, e quando entramos em contato com a nossa origem, podemos nos lembrar que a pulsão de vida pode sempre ser resgatada pela criança que nos habita, toda vez que o adulto pensar em desistir.

Sejamos a criança sozinha no balanço: que já não tem memória consciente da sua vivência na gestação, mas que sente sua identidade em todas as células do corpo, e nela, o anseio de respirar e de viver.

(Prefácio por Nayra Brigh)